segunda-feira, 13 de julho de 2009

Mídia Digital.

O termo mídia digital (opósito de mídia análogica) refere-se a mídia eletrônica que trabalha com codecs digitais. No sentido mais amplo, mídia digital pode ser definida como o conjunto de veículos e aparelhos de comunicação baseados em tecnologia digital, permitindo a distribuição ou comunicação digital das obras intelectuais escritas, sonoras ou visuais.
No sentido técnico, mídia digital pode ser:
Computador
Telefone celular
Compact disc
Vídeo digital
Internet e World Wide Web
Televisão digital
MiniDisc
Jogo electrónico
e outras mídas interativas.
Mídias digitais são suportes eletrônicos à veiculação de conteúdos fundamentados em aparelhos de leitura digital, como é o caso de um computador, um leitor de mp3, um projetor multimídia, um celular e outros.
No entanto, existe uma diferença, um vácuo, uma distância entre a facilidade em criar-se mídias digitais e a maneira de criar e veicular os conteúdos sob aspecto profissional. O fato de facilmente você poder criar um mp3 não o torna necessariamente um músico. Há muito diferença entre criar uma boa música e o fato de poder veiculá-la na Internet.
Distinguimos, portanto, 2 momentos no campo das mídias digitais, a criação e a veiculação. A criação diz respeito à imaginação e ao elemento artístico, enquanto a veiculação contém aspectos mais ligados à técnica e à facilidade de acesso.
Pautamos a criação e a veiculação de mídias digitais de modo que estas sigam a evolução que a atualidade impõe: síntese, imaginação, coerência e objetividade, pois quanto maior e mais fácil o acesso à informação, maior a necessidade de que os conteúdos estejam disponíveis de forma apropriada.
Ao fazermos uso desses recursos, muitas vezes estaremos atingindo o nosso aluno pela via não-racional e, com isso, obteremos talvez as mais profundas reflexões sobre os valores e as mais sedimentadas mudanças de postura.
A educação não pode ser restrita à utilização das mídias e nem a sua deficiência justificada pela falta de recursos tecnológicos, educar é muito mais que alimentar o desenvolvimento tecnológico e a indústria da informação. Há valores que devem ser preservados e que podem contribuir para minimizar os efeitos da crise social, moral e afetiva na sociedade, refletindo no ambiente da escola.
A Integração de mídias digitais na educação a priori , só será possível se o educador assumir o desafio de abrir às novas ferramentas pedagógicas,ou seja, se preparar para o “novo”. Caso contrário, se perpetuará o ensino tradicional que todos conhecemos, podendo até se utilizar de mídias. O novo é desafiador e traz consigo a necessidade de empenho para que tudo funcione da maneira devida.
A utilização de mídias digitais no processo ensino-aprendizagem é de suma importância, mas se tornará maior ainda quando o acesso a estes recursos estiver disponibilizados na casa de cada aluno.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Esta nova atividade navegando pelo Wikcionário, é muito interessante pois nos possibilitou conhecer novos caminhos para utilizá-la na construção do meu conhecimento e dos meus alunos, além de contribuir com novos verbetes como na palavra Pequi onde fiz a minha contribuição.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Meu portifolio.

Criando um portifolio em hipertexto
Nesta atividade estarei relatando todas as atividades realizadas durante minha participação no curso das novas TICs sob a orientação da formadora Renata.
Na unidade I,começamos nossas atividades do curso redigindo um texto onde deveríamos falar sobre “Quem sou eu” como professor aprendiz. Onde analisamos a nossa prática docente. Em seguida fizemos uma reflexão sobre a identidade do professor e a sua própria identidade. Na atividade 1.3 foi feita uma reflexão sobre a postura da escola e da educação frente às novas tecnologias
Na atividade 1.4 fizemos um levantamento na escola em que trabalhamos , de forma que faríamos um relato das tecnologia existentes na escola e de que forma são utilizadas. Na atividade 1.5 fizemos um fichamento no qual através do portal do professor do Mec, escolhemos uma área do conhecimento, uma aula especifica, onde deveríamos avaliar as tecnologias usadas pela professora.
Na seqüência a atividade 1.6 , nos foi apresentado um vídeo no qual mostrava vária maneiras de se utilizar essas novas tecnologias no seu dia-a dia. Na atividade 1.7 analisamos um projeto desenvolvido na escola. E na seqüência na 1.8 , fizemos a apresentação para os colegas do curso.
Na unidade II, iniciamos os trabalhos na navegando no Gmail, aprendendo sobre hipertexto, criamos um BLOG e também fizemos uma atividade sobre hipertexto.

Hipertexto?

Atividade 2.2B: o que é hipertexto?

O prefixo hiper - ( do grego "υπερ-", sobre, além) remete à superação das limitações da linearidade, ou seja, não sequencial do antigo texto escrito, possibilitando a representação do nosso pensamento, bem como um processo de produção e colaboração entre as pessoas,ou seja, uma (re)construção coletiva. O termo hipertexto, cunhado em 1965, costumeiramente é usado onde o termo hipermídia seria mais apropriado. O filósofo e sociólogo estadunidense Ted Nelson, pioneiro da tecnologia da informação e criador de ambos os termos escreveu:


Atualmente a palavra hipertexto tem sido em geral aceita para textos ramificados e responsivos, mas muito menos usada é a palavra correspondente "hipermídia", que significa ramificações complexas e gráficos, filmes e sons responsivos - assim como texto. Em lugar dela usa-se o estranho termo "multimídia interativa", quatro sílabas mais longa, e que não expressa a idéia de hipertexto estendido.


— Nelson, Literary Machines 1992

O conhecimento técnico é criado e disponibilizado para o uso da sociedade, que o denomina conforme sua compreensão, o que nem sempre garante fidelidade aos objetivos e motivações de seu autor. As variedades de entendimento que ocorrem nas pessoas, a partir das compreensões que conseguem elaborar, compõem a diversidade social que vivemos. Olhamos e compreendemos de acordo com o lugar onde nossos pés estão fincados, diria Paulo Freire. A nossa parcela de verdade sobre o tema em análise reflete a capacidade de compreensão que temos a seu respeito. Certa ou errada, é a nossa verdade, e cada um tem a sua própria. Construir a unidade em torno de uma crença maior, composta pela junção das muitas verdades, é o desafio da sociedade contemporânea.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto

A palavra "hipertexto"
O termo "hipertexto", ao contrário do que a maioria pensa, foi usado pela primeira vez pelo sociólogo Theodor Holm Nelson (mais conhecido por Ted Nelson) e não por Tim Berners-Lee. Em 1960, Nelson teorizou um sistema de base de dados e nomeou-o Xanadu Docuverse, considerado a idéia precursora da mídia web. A idéia baseava-se em uma espécie de biblioteca universal virtual onde qualquer um poderia navegar, a partir de textos com vínculos (hipertextos), e pegar livros, enciclopédias, revistas, jornais e imagens. No Xanadu estava previsto que os autores receberiam uma determinada quantia, automaticamente, sempre que alguém copiasse seus textos.

"A Web transformou o hipertexto numa ferramenta unívoca (os links apenas saltam de uma página para outra na programação em HTML) o que, por vezes, nos faz perder o fio da meada", critica Nelson. No sistema Xanadu estava previsto uma funcionalidade que ele batizou de CosmicBook (Livro Cósmico). Esta funcionalidade estruturaria a escrita de um modo que nenhum browser ofereceu até hoje. Os links de hipertexto ficariam visíveis, ligando diretamente páginas diferentes apresentadas em paralelo na tela.

http://www.iar.unicamp.br/disciplinas/am625_2003/Luis_Fernando_artigo.html




Foi de grande importância a realização desta atividade pois, nos mostrou o quanto de suporte nos professores temos e as vezes não sabemos utilizar em nosso trabalho cotidiano. De maneira que hipertexto nada mais é do que epaços de buscas onde qualquer pessoa pssa pesquisar de maneira mais rapida e completa.